Apresenta��o.
O Objetivo da obra �2300 anos de Fotografia� � agu�ar a curiosidade e o senso de investiga��o que habita dentro de cada um de n�s, estimulando o estudante ou profissional a se aprofundar nos conhecimentos sobre os mais variados processos fotogr�ficos e seus respectivos criadores, que s�o mostrados detalhadamente pelo professor e engenheiro Luiz A. Paracampo. Nos dias atuais, onde o imediatismo, a falta de tempo e at� um pouco de pregui�a predominam em muitas pessoas, fala-se sobre obsolesc�ncia de id�ias tais como as que aqui apresentamos.
Para estes que ignoram que o estagio atual � sempre oriundo de uma etapa anterior, cumpre lembrar que a F�sica, a Qu�mica e a Matem�tica que regem todas as f�rmulas e leis do Universo, sempre foram as mesmas trav�s de todos os tempos e o ser�o at� o Fim. A obsolesc�ncia n�o passa de um processo comercial, uma vez que se V, n�o sabe como se fez n�o sabe como se faz e n�o saber� como fazer ou decidir como ser�.
A Ci�ncia Tecnol�gica caminha de m�os dadas com a Hist�ria. Por isto se diz que aquele que n�o conhece o que aconteceu estar� condenado a repetir os mesmos erros.
Hoje em dia a fotografia digital ganhou uma propor��o nunca antes imaginada, todavia conv�m lembrar que a primeira estrat�gia de levar a fotografia digital aos conhecedores mais evolu�dos n�o deu certo, pois a mesma foi de imediato rejeitado pelo p�blico erudito. Ao coloc�-la nas m�os de inexperientes passou a ter um alcance quase que ilimitado, exatamente como pensam e agem os dirigentes demagogos ao investir na ignor�ncia! ---Hoje v�rios produtores lentamente retomam suas atividades de outrora para satisfazer demandas reprimidas.
J� que n�o � necess�rio pensar, basta apontar a c�mera do �smartphone� e clicar... n�s agimos assim de modo autom�tico, mero condicionamento mec�nico, onde uma aparente vantagem em �ganhar-se tempo�, sem precisar pensar, nos d� a falsa sensa��o liberdade de fazer as coisas sem saber o porqu�, n�o h� questionamento, tudo fica no autom�tico e aquele senso de investiga��o t�o natural no ser humano acaba se perdendo, e inclusive a pr�pria imagem captada.
A obra evidencia uma experi�ncia na observa��o de uma grande quantidade de jovens com interesse em conhecer as ra�zes da fotografia, aos quais � a obra dedicada, que em car�ter hol�stico na qual s�o tamb�m descritos os detalhes e m�ritos da fotografia digital, sem esquecer que as origens hist�ricas da fotografia se confundem com a pr�pria hist�ria da humanidade.
O autor, que reuniu o aprendizado de uma vida em quatorze anos de trabalho consciente,�� potencializa o Conhecimento, e sua difus�o, como elemento principal da Ci�ncia geral, mostrando que a Felicidade pessoal e coletiva est�o contidas no Aperfei�oamento, que gera o Progresso, e... no Encontro da Cidadania de cada um que nos traz a Paz e a Ordem Naturais atrav�s da visualiza��o das in�meras possibilidades descritas,� quer nos Processos Alternativos, quer nas explica��es dos princ�pios construtivos dos muitos equipamentos descritos.
A obra, al�m de dirigida a colecionadores e amantes da fotografia e todo o Mundo, --- �nica em portugu�s, e pioneira em qualquer parte do mundo, ---Congrega um car�ter hist�rico e did�tico complementar �s Institui��es de Ensino M�dio e Superior, ---Cumprindo inclusive um Objetivo Social Maior, uma vez que � especificamente enfocada para sua difus�o atrav�s de curso de acesso irrestrito, ---Mexendo com a mente dos participantes que passam a ser iluminados pelo empreendedorismo nas esferas da Ci�ncia, da Arte, da T�cnica, das Ind�strias Manufatureira e Comercial em car�ter artesanal, cumprindo a um s� tempo as lacunas da realiza��o pessoal e coletiva com uma natural gera��o de empregos e renda para o Estado e a Comunidade.
Hist�rico.
A produ��o deste livro j� era um sonho antigo, que surgiu em 1960 ao conhecer as t�cnicas de laborat�rio P/B e saber da inven��o da fotografia no Brasil em tempos ainda anteriores a Daguerre, e se aperfei�oar no primeiro curso em cores em 1963, o Prof Paracampo era ainda um estudante do curso secund�rio.
No ano de 1989, sesquicenten�rio da fotografia, ao conhecer o Sr. Abel Alexander fundador da �Sociedad Ibero-Americana de la Historia de la Fotografia e do Museo Fotogr�fico y Archivo Historico "Adolfo Alexander", que sem d�vida foi elemento fundamental ao demostrar da necessidade e pelo constante incentivo em criar uma obra sobre fotografia sob um novo olhar hist�rico.
A partir de 2004, � partir da experi�ncia adquirida em uma vida, o Prof. Paracampo decidiu reunir materiais e formar uma equipe inicial destinada a criar uma obra �nica destinada a desvendar os segredos da fotografia, e ao mesmo tempo torn�-los acess�veis a quaisquer indiv�duos interessados.
Na obra, demonstramos que a grande conquista, a realiza��o da Fotografia, perseguida desde a cria��o do Homem no planeta Terra, sofreu muitos percal�os, e oposi��o de outros pensadores, tais como o famoso fil�sofo Conf�cio (551 a.C. 479 a.C.) e at� Ren� Descartes (1596-1650) que julgavam a vis�o como obra Divina e intrinsecamente ligada � vida e que jamais poderiam ser alcan�adas pelo Homem. Assim, Descartes diferenciava o oeil (olho � o org�o) e regard (olhar � a observa��o), Lembrando que este �ltimo seria um dom pessoal imposs�vel de ser registrado. Mesmo ap�s a fotografia ser alcan�ada pelo p�blico, muitos pensadores influentes a negavam em seus primeiros tempos.
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Luiz Antonio Paracampo Filho Metal�rgica, Econ�mica, Eletr�nica, Biom�dica, Projetista e Assessor em Mec�nica �ptica
e Eletr�nica.
Realiza��es: 1959- Concebeu a c�mara NOVA-CON colocando um espelho m�vel no corpo de uma �Leica I� (s�ntese da Contax S com Leica 1� gera��o) 1962- Observou sua id�ia j� existir e ser comercialmente um sucesso: A c�mara �Zenit� 1967- Revis�o e teste de c�maras em pr�-venda para garantia ao consumidor. - Adotado pela Empresa T.O.E. de Londres 1975- C�mara Zenit no mercado brasileiro 1989- Apresenta��o do sistema �Daguerro�tipo S�culo XXI� 1990- Lomografia:� C�mara LOMO LC-A no mercado brasileirob 1990- Apresenta��o C�mara VERTEX (com Diploma Internacional) 2007- Co-fundador de USSRPhoto f�rum 2007- Sugeriu o re-lan�amento da Lubitel + de nova gera��o.
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Objetivos.
# Primeira aproxima��o:
�Com objetivo de documentar, preservar e deixar como legado as atividades e momentos os quais vivenciavam, todas as civiliza��es no planeta Terra, se ocuparam em dado momento em fazer com que as imagens observadas por seus olhos tamb�m fossem vistas por outras pessoas, ent�o desde os prim�rdios da humanidade, a cria��o de algum tipo de imagem artificial que pudesse retratar tais momentos passou a ser objeto de incans�vel busca no ser humano. A capacidade de se expressar, que somente o ser humano possui, nos outorgou a obriga��o de transmitir �s gera��es futuras, atrav�s de imagens, seja por meio de palavras ou gravuras, as rotinas di�rias de cada civiliza��o, que permitiam a cada uma ter o seu pr�prio �manual de instru��es�, de modo a sobreviverem e prosperarem, mas tamb�m mostravam os momentos de alegria e de tristeza, pelo qual todos passamos,� algo que� nos torna� inexoravelmente diferentes dos outros seres vivos, com responsabilidades, deveres e direitos;� mas� tudo isso teria que ser repassado� a fim de preservar a esp�cie humana. Os povos que prosperaram ao longo dos s�culos deixaram uma larga heran�a cultural, cient�fica e espiritual, expressas de diversas maneiras, algo que possibilitou �s gera��es mais modernas a evolu�rem. Nesse contexto, � claro que sem as formas de express�o, nada teria acontecido e estar�amos ainda vivendo em cavernas. N�s humanos interagimos com o mundo atrav�s dos sentidos, e o sentido da vis�o � sem d�vida alguma o mais impactante, por isso a necessidade de se expressar atrav�s de imagens e � esse o ponto fundamental desta obra que voc� leitor tem em m�os, 2300 anos de� Fotografia� n�o contamos� apenas� hist�rias de pioneiros na descoberta da imagem artificial e seus meios de obten��o e� sim�� a hist�ria da fotografia� como um instrumento de evolu��o e preserva��o da esp�cie humana.�
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# Tema:
1) Linha do Tempo.
2) Cientistas que contribu�ram para a exequibilidade da t�cnica e da arte desde o primeiro an�ncio da possibilidade da forma��o artificial da imagem. (s�c. III AC).
3) Descri��o detalhada de todos processos fotogr�ficos alternativos conhecidos e divulgados. F�sicos, Qu�micos, F�sicos- Qu�micos e Eletr�nicos. -Reais e Virtuais- com �nfases nos s�culos XIX XX e XXI.
4) Descri��o dos equipamentos necess�rios para tal. Seus princ�pios e fundamentos � metodologias aplicadas.
5) Descri��o do organismo de vis�o com suas propriedades. Descri��o da energia radiante -A luz , com sua propriedades e princ�pios gerais da �ptica.
6) Simula��o dos feitos anteriores atrav�s da an�lise e sintetiza��o das cores e dos processos estereosc�picos. Mecanismos e processos conhecidos para a visualiza��o �ptico-cerebral.
- Enfim uma descri��o da imagem sem subterf�gios mostrando o que se conhece at� os dias de hoje, abrindo o acesso a todos os interessados sobre o ac�mulo de conhecimentos legados � humanidade.
# Apresenta��o do projeto
O projeto se apresenta numa obra em 13 volumes totalizando aproximadamente 5200 p�ginas a cores em papel liso tipo couch� sem brilho para melhor visualiza��o das imagens, das cores e menor fadiga visual. A obra � separada em tr�s m�dulos de acordo com o enfoque de assuntos e dois ou tr�s tomos em cada m�dulo.
# Resumo do projeto em poucas palavras
A obra tem por fim reunir os conhecimentos na �rea fotogr�fica e forma��o artificial da imagem num centro de refer�ncia, servindo como divulga��o dos assuntos confluentes, servindo como ponto de partida para pesquisas mais aprofundadas. A obra � seguramente �nica no mundo e em l�ngua portuguesa, o que facilita o acesso �s tecnologias estabelecidas principalmente em pa�ses de l�ngua lusof�nicas e escassas nos pa�ses de l�ngua latina de modo geral.
# Pontos de relevo a respeito do projeto
Conhecimento da hist�ria da fotografia sob o ponto de vista dos elementos de tecnologia existentes, induzindo o exerc�cio da mente dos leitores do texto e orientando-os � cria��o de arte atrav�s do emprego dos processos descritos.
Desmistificar a tecnologia e o �Modus Faciendi� com o objetivo de quebrar o monop�lio dos grandes fabricantes fazendo ressurgir atrav�s de um processo de atomiza��o com pequenos fornecedores que possam suprir as necessidades do mercado mundial.
# P�blico alvo
*Pessoas de todas as idades interessadas em conhecer a ci�ncia.
*Jovens que queiram se desenvolver em novas �reas de conhecimento.
*Especialistas nas �reas de engenharia, qu�mica e f�sica que queiram estender e aplicar seus conhecimentos.
*Escolas e cursos de fotografia que desejem experimentar processos alternativos.
*Pessoas que desejem participar de um hobby, e para isto formar uma inser��o social em prol da cidadania.
*Em especial, criar um novo mercado pela inclus�o de novas alternativas de m�o de obra.
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�reas de atua��o � Socioecon�micas
A obra fornece os meios b�sicos necess�rios para que os leitores possam desenvolver suas mentes no sentido de construir e conhecer as leis da f�sica, da qu�mica e dos fundamentos cient�ficos dirigindo-se � constru��o de uma c�mara fotogr�fica totalmente operacional (que poder� ser usada com �xito empregando-se materiais comerciais existentes no mercado) consolidando o conhecimento dos princ�pios de energia necess�rios para a forma��o da imagem sobre superf�cies fotossens�veis. Com m�ltiplas deriva��es, para novos usu�rios do sistema anal�gico que podem empreg�-los em novos destinos, incluindo produ��o de mat�rias fotossens�veis com metodologias simples e de sensibiliza��o de superf�cies e alguns acess�rios manuais que poder�o vir a eclodir como uma nova alternativa e lugar-comum no crescente mercado de artesanato dom�stico, tais como cer�mica, miniaturas, bordados e pinturas.
De forma alternativa, este projeto pode ser aplicado diretamente a alunos de escolas secund�rias, de cursos t�cnicos e de universidades nas cadeiras de engenharia, f�sica, qu�mica, comunica��o, jornalismo, hist�ria, entre outras, tornando-se uma op��o para a amplia��o do conhecimento geral nas mais diversas �reas de forma��o.
O corol�rio desta obra consiste em despertar na coletividade a �nsia pela ci�ncia em suas m�ltiplas mat�rias, de forma clara e segura para a educa��o. A fotografia � a ci�ncia mais abrangente do mundo, pois englobam conhecimentos de engenharia, mec�nica, �ptica, qu�mica, f�sica, eletr�nica, arte em v�rios n�veis, arquitetura e est�tica, documenta��o, incluindo desde os mais simples of�cios de marcenaria aos complexos princ�pios da f�sica at�mica manifestados desde os primeiros daguerre�tipos aos complexos filmes de grafeno que hoje s�o estudados. Afinal, a fotografia � a mais complexa das ci�ncias, pois desde o vislumbre at� sua realiza��o foram necess�rios nada menos do que 2300 anos!
Historicamente o Grande Desenvolvimento T�cnico e Cient�fico da Humanidade, adveio ap�s a difus�o da Fotografia !�� A inten��o desta cole��o � despertar o interesse pela tecnologia atrav�s do potencial oferecido pela fotografia, criando um objetivo elevado que motive as gera��es em forma��o, bem como as gera��es capazes de instruir e mobilizar o pa�s para um desenvolvimento tecnol�gico e intelectual independente e auto-sustent�vel.
� o interesse pelo conhecimento cient�fico;
� o despertar pela pesquisa de tecnologias paralelas levadas a efeito no per�odo de vig�ncia da fotografia anal�gica;
� a eleva��o do n�vel intelectual dos interessados, a ponto de gerar nestes o acesso e a propaga��o dos conhecimentos;
� espa�os para novos artistas e t�cnicos especializados;
� gera��o de consci�ncia fotogr�fica, que v� al�m do simples uso da fotografia sem seus pr�prios fundamantos b�sicos.
E, como elementos corol�rios:
� incentivar a forma��o de professores e educadores que tenham interesse em transmitir seus conhecimentos e experi�ncias;
� gerar interc�mbio entre escolas de n�vel m�dio e universidades;
� criar espa�os para oficinas pr�ticas, no estilo �aprenda fazendo�, e consolidar as experi�ncias te�rico-pr�ticas fixadas por meio do processo de aprendizagem;
� difundir, pelo estabelecimento de princ�pios curriculares, o incentivo para a forma��o de novos n�cleos similares de divulga��o cient�fica e pr�tica;
� criar atrativos visando, tamb�m, o desenvolvimento do conhecimento e a implanta��o da �ptica como especialidade de suporte em institui��es de n�veis m�dio e superior;
� formar um mercado de conhecedores e, assim, criar a base para a implanta��o de ind�strias ou cooperativas no setor, o que, automaticamente, gerar� empregos e riqueza para o pa�s e autom�tica redu��o da viol�ncia no pa�s.
� Criar m�o de obra especializada e empregos de car�ter particular ou p�blico promovendo a cidadania entre as pessoas.
A divulga��o dos cursos p�blicos propostos poder� ser feita atrav�s de an�ncios e comerciais veiculados nos meios de comunica��o tradicionais, tais como jornais, revistas, r�dio, televis�o e em salas de cinemas espalhadas pelo pa�s. Como meio auxiliar, mas n�o menos importante, tendo em vista o n�mero crescente de usu�rios a cada dia, a divulga��o ser� feita tamb�m pela internet, atrav�s de redes sociais, como Facebook, Twitter, Google+, Myspace, Hi-5, Bebo, Youtube, LinkedIn, Tumblr, Flickr, f�runs e blogs voltados ao segmento fotogr�fico.
A reabilita��o das t�cnicas fotogr�ficas � perfeitamente poss�vel. No alvorecer da era fotogr�fica o fot�grafo dedicado produzia Todos os Produtos Necess�rios a partir de insumos encontrados no mercado. A ind�stria cervejeira artesanal que se desenvolve em nossos dias � uma prova real de que somos independentes e n�o necessitamos estar atrelados a grandes fornecedores internacionais para realizarmos nossos sonhos.
De forma paralela, almejamos a reabilita��o do tradicional fot�grafo lambe-lambe que, j� tombado como patrim�nio intelectual, poder� ter seu operador enquadrado como funcion�rio das prefeituras, e atrav�s de inteligente administra��o de tecnologias anal�gicas modernas, poder� realizar instantaneamente fotografias por pre�os baixos, tendo em vista que este poder� ser financiado por empresas do setor da fotografia que veicular�o ainda, in loco, sua marca. Trata-se da propaganda de rua. E mais: ser�o realizadas exposi��es de fot�grafos contempor�neos de renome, ocasi�o em que ser�o pormenorizados todos os detalhes das c�maras utilizadas pelos profissionais.
Nos dias de hoje, infelizmente, somos v�timas da propaganda enganosa universal. Esta substituiu a ci�ncia, o conhecimento e a pesquisa individual. O homem passou a ser ref�m do capital e dos monop�lios. Ele n�o possui mais op��o para o consumo. Empresas e ind�strias com o intuito �nico de enriquecer e concentrar renda produzem artigos que cada vez mais rapidamente se transformam em lixo dom�stico. Produtos rapidamente perec�veis e obsoletos que poluem e devastam o meio ambiente, al�m de alterarem a mente do ser humano. Produtos que, n�o fosse o n�vel intelectual raso e descompromissado do consumidor, seriam invi�veis � comercializa��o. Percebemos, nesse universo voraz, a substitui��o da m�o de obra pelos rob�s, o que tem gerado crescente situa��o de desemprego. A preserva��o da hist�ria e do conhecimento, infelizmente, passa a ser fator secund�rio. Enfim, o homem tem desprezado o homem.
O momento para o resgate da hist�ria da fotografia � este. N�o se pode mais postergar o lan�amento de projeto de tamanha envergadura, sob pena de perdermos todo o liame hist�rico e cultural que o registro de imagens tem nos proporcionado.
Todo o projeto (livro, cursos, prot�tipos, organiza��o de exposi��es, oficinas e workshops) forma o conjunto de informa��es mais completo e atual de todos os tempos sobre a hist�ria da fotografia e o mecanismo de c�maras fotogr�ficas. Uma publica��o �nica. Um manual para o leigo, para o profissional fot�grafo, para quem atua no mercado de fotografia ou para conhecimento geral,servindo at� para o �mbito da pesquisa social durante os tempos.
A observa��o comportamental dos novos usu�rios de fotografia confirma a importante necessidade pela cria��o do estabelecimento de uma did�tica sist�mica, que venha preencher a grande lacuna na busca pelo conhecimento da evolu��o da tecnologia fotogr�fica. Atrav�s deste m�todo, a pessoa adquirir� conhecimentos abundantes e de forma simples sobre as diversas etapas vividas pelos inventores e pesquisadores, e construir�, de pr�prio punho, uma c�mara fotogr�fica cl�ssica.
Em outra etapa do projeto proposto poderemos fornecer conjuntos para a montagem de uma c�maras fotogr�ficas especializadas de qualidade, o que agregar� maior valor ao produto e agradar� sobremaneira cada participante dos semin�rios realizados. A introdu��o da tecnologia digital trouxe a id�ia da c�mara descart�vel e, consequentemente, da imagem que n�o satisfaz. Da� a curiosidade em conhecer outras t�cnicas.
Nossa proposta, ainda, � levar o sistema did�tico a todas as comunidades carentes, o que far� com que jovens fascinados por armas de fogo e de poder mudem o foco e manifestem sua demonstra��o de poder tornando-se profissionais capacitados numa arte milenar: a fotografia.
Todo este material visa restabelecer a fotografia anal�gica no mercado. N�o no mercado for�ado, como no passado recente � em que a meta dos grandes fabricantes sempre foi direcionada a lucros vorazes que, consequentemente, culminou por seu exaurimento �, mas num mercado de trabalho em que a divis�o do conhecimento multiplique o universo de pessoas preparadas para novas modalidades e alternativas de profissionalismo, com rendimentos oriundos de suas pr�prias atividades. Para tanto, nosso vasto conhecimento e nossa experi�ncia acumulada ao longo de v�rios anos � o diferencial na proposta ora apresentada.
Corol�rios voltados a professores e experimentadores:
Cursos de Hist�ria da Fotografia com v�deo conferencia.
Procedimentos em Teoria e Pr�tica T�cnico Fotogr�ficos em v�deo conferencia e experimenta��o.
Processos alternativos com v�deos espec�ficos e experimenta��es locais.
Workshops:
Demonstra��es dos processos pioneiros e princ�pios da fotografia para crian�as e iniciantes.
Difus�o do conhecimento existente para desenvolvimento de novas cria��es.
Na �rea t�cnica:
Na �rea art�stica:
Aplica��es f�sicas e qu�micas com os conhecimentos difundidos:
Workshops:
Workshop para Constru��o da Stenopan 140.
Workshop para Constru��o da Elica.
Workshop para Constu��o da Honeyflex.
Experimentos na �rea de �ptica.
Experimentos na �rea da fotosensibilidade.
Outras aplica��es dos conhecimentos gerais.
Metas ou est�gios:
# Escolha dos Temas para compor a obra. � Escolha da bibliografia.
# Reda��o e digita��o dos textos.
# Revis�o ortogr�fica.
# Arte para montagem das p�ginas e distribui��o de assuntos.
# Gerar e-book e livro f�sico.
# Criar plataforma para impress�o.
# Promover Registro ISBN e Propriedade Intelectual.
# Desenvolver conhecimento e divulga��o da obra, e preparar treinadores de professores na mat�ria.
# Inicialmente em cursos de fotografia, escolas e universidades.
# Tornar a obra �nica como patrim�nio cultural da humanidade.