Marantz

 

De primeira Gera��o 1b

 

Par�ntesis:

 

Um pequeno detalhe:

Cellule Cl�ment:

A c�psula Elac teve seus antecedentes. Foi esta a hoje rara Cellule Cl�ment� que era usada no final dos  anos �40 inicio dos anos �50 pela emissoras de r�dio francesas da �poca. Esta al�m de tamb�m produzir uma tens�o bem maior que as demais era extremamente robusta e introduzia o novo princ�pio da relut�ncia vari�vel, imortalizada pelas VR da GE. Pierre Cl�ment iniciu seu neg�cio produzindo tornos para corte de �masters� mas saiu do mercado com o advento da estereofonia, recusando-se a construir novas c�psulas. Os audi�filos (franceses) conhecedores do produto afirmam ser este tipo ainda inating�vel.

 

Abaixo c�psula e pr�-amplificador PC Pierre Clement

 

 

 

 

Controles do pr�-amplificador PC:

Graves = graves ; Aigus = agudos ; Puissance = volume ; Courbes = curvas.

  Indiscut�velmente o Pr� da Elac tem seus fundamento neste pr� Pierre Cl�ment.

 

Voltando ao Elac...

 

Johannes LeBong e sua vers�o para Elac:

Recentemente (2007) LeBong resolveu reconstituir o pr�-amplificador ELAC a partir de seu circuito original. Naturalmente este funcionou a contento. A alimenta��o do novo prot�tipo foi mantida em 150V DC, agora estabilizados. LeBong utilizou uma c�psula  Denon DL 103 ligada em ponte como mono (dois canais em s�rie). A  imped�ncia de entrada do circuito ELAC funciona perfeitamente com a c�psula original de alta sa�da, por�m no nosso caso, deveremos usar uma resist�ncia de entrada da ordem de 500k como m�nimo, para compensar a baixa sa�da das c�psulas modernas e a extens�o do fio de liga��o.

A id�ia neste novo pr�-amplificador � escolher o tipo de resposta desejada, assim como no circuito original, mas atrav�s do bem conhecido circuito de Baxandall. A sintonia de �udio � intuitiva e naturalmente passar� pela curva RIAA porem a id�ia � refor�ar certos efeitos n�o muito sens�veis nas grava��es comerciais. V. poder� tamb�m criar sons retro dos idos tempos do r�dio, o que passa a sr uma interessante brincadeira.

Denon DL 103 cartidge:

Developed and made by:

Nippon Columbia / Denki Onkyo (Den-on)

Standard of the Japanese Radio and Television Broadcast Corporation NHK since 1962 and still in production.

         Stylus: 16.5 Micron diamond round tip

         Cantilever: Aluminum

         Frequency Response: 20 ~ 45kHz

         Output: 0.3mV at 50 mm/sec

         Output Impedance: 40Ω

         Load Impedance: 100Ω

         Channel Separation: Over 25dB at 1kHz

         Compliance: 5 x 10-6 cm/dyne (100Hz)

         Tracking Force: 2.3 ~ 2.7g (� 0.3g)

         Weight: 8.5 grams

 

 

Circuito Proposto evolu��o e modifica��es:

O novo circuito b�sico tem epor objetivo compatibilizar a utiliza��o de c�psulas MM. Evitamos de usar a realimenta��o negativa de corrente cont�nua e eliminamos o controle de volume, porque os amplificadores j� o possuem. Melhoramos a imped�ncia de sa�da deste pr� para que pud�ssemos utiliza-lo com os modernos amplificadores correntes, enfim, chegamos ao circuito abaixo.

Adjustable mono preamp (classic) Johannes LeBong 2007

Os elementos principais do circuito s�o dois potenci�metros que proporcionam ajuste cont�nuo dos graves e agudos formando a famosa curva (Kuhschwanz-Entzerrer) �Trazeiro de Vaca�, como chamam os engenheiros alem�es. O filtro de potenci�metros RC � o conhecido circuito "Baxandall". Este circuito foi desenvolvido por P.J. Baxandall, que publicou a id�ia em 1952 na revista Wireless World tornando-se base de controle de tonalidade em praticamente todos os circuitos a v�lvula.


Prot�tipo Experimental Evoluido:

O circuito abaixo � um pouco mais minimalista e utiliza LEDs como polariza��o de catodos. O sistema chamado -"LED-biasing" method- * proporciona polariza��o fixa autom�tica sem necessidade de capacitores.


Adjustable mono preamp (LED biasing) Johannes LeBong 2007

 


Prot�tipo Experimental Trasformado:

O circuito abaixo � mesmo do anterior mas destinado a amplificador de cabe�as magn�ticas de leitura  em gravadores de fita. Possui as mesmas caacter�sticas do pr� anterior mas � padronizado para a curva NARTB.  

 

Fixed NARTB mono preamp (LED biasing) Johannes LeBong 2007

 

*LED biasing:

Morgan Jones, uma das maiores autoridades em amplificadores a v�lvula em nossos tempos, destaca detalhes observados em est�gios com LED bias. Nem todos os diodos s�o adequados para o LED bias. O crit�rio de sele��o n�o depende apenas do ru�do introduzido nem a perda de linearidade, mas tamb�m a rela��o entre o limiar de voltagem e a cor do LED utilizado. O melhor crit�rio � selecionar entre os LEDs que emitam vermelho escuro. Se a amplifica��o for muito alta, o sistema de resistor e condensador, ainda � o que oferece menor ru�do de fundo.


 

Um projeto RCA:

Aproveitamos a oportunidade para apresentar um interessante projeto da RCA apresentado durante os anos 50. O projeto era proposto ao uso em esta��es de radio difus�o, edestinava-se a m�ltipla fun��o: Basicamente em reprodu��o -para adapta��o de cabe�as magn�ticas de gravadores de fita e c�psulas de toca discos. Em liga��o direta (capacitor e resistor), como amplificador de microfone de broadcast, sempre atrav�s dos �inserts� abaixo demonstrados. Sensibilidade de 3mV para sa�da padr�o de 0.55V.

A 5879 � clone da EF86 com pinagem diferenciada e a 7025 corresponde a E803F, uma 12AX7 selecionada.

 

 

 

 

 

XXXXXXXXXXXXX

 

 

O Transformador para c�psulas de Bobina M�vel

 

Introdu��o ao problema::

O calcanhar de Aquiles numa cadeia de �udio em que se utiliza um pick-up de bobina m�vel (MM) � indiscutivelmente o transformador casador de imped�ncias utilizado na entrada. Este problema foi ocom o qual me deparei no inicio do contacto com o Marantz, por certo o maior top de linha que na �poca tinha em m�os. Tudo ficou resolvido com a utiliza��o da ELAc em sua adapta��o antereiormente descrita; mas fato era qua a Ortofon ainda na caixinha martelava quanto a possibilidade de sua utiliza��o. Fato � que somente recentemente quando decidi entrar no emaranhado tecnol�gico dos transformadores gra�as ao meu amigo Cava tamb�m engenheiro que se dedicava a faz�-los quando necessitava. Sua mudan�a para os States atrapalhou a minha necessidade consequentemente fui obrigado a desvend�-los.

Veja que estes artigos que escrevo relatam a minha experi�ncia no setor, a qual desejo sejm compartilhadas pelos leitores interessados. Vamos ent�o �matar� os problemas dos transformadores de entrada.

Isto n�o � absolutamente novidade. Desde os prim�rdios da eletr�nica se usavam transformadores nos acoplamentos inter estagio e l�gico � que esta � a forma mais f�cil, segura e menos depreci�vel de se obter amplifica��o de tens�es sem grandes complexidades. Nosso problema � a perda de freq��ncias no espectro e o pre�o final.

Muito se tem dito por ai para transformadores de for�a e de sa�da para �udio. Nos transformadores de entrada as coisas s�o bem diferentes. Primeiramente os n�veis s�o baixos ou baix�ssimos, nestas condi��es a histerese tem um comportamento diferente e h� dificuldade em transferir a energia magn�tica para o secund�rio. Nas altas e alissimas freq��ncias a coisa fica mais f�cil pois n�o h� necessidade de ferro no n�cleo �vide transformadores de R�dio -Freq��ncias-   Etc.

Finalmente, a coisa mais dif�cil � achar um transformador de entrada para c�psulas MM que se adapte bem � sua c�psula existente, e ao achar custa o pre�o de todo um equipamento novo.      

�Absolutamente Invi�vel-

Fato � que estes transformadores representam o supra sumo do �state of the art� em seu processo de manufatura. Todos seguem o processo de monabem num tubo cil�ndrico com um parafuso perfurado e uma porca de montagem.

Os n�cleos dos transformadores bem como o fio empregado s�o fabricados com v�rios materiais, de acordo com o rendimento almejado e n�vel de qualidade final, por isto o pre�o elevado.

Os n�cleos podem ser de mu-metal, mu-metal 250 ou ainda de cobalto amorfo. S�o empregados fios de cobre, prata ou at� de liga de ouro em certos casos. Toda esta parafern�lia visa, diminuir a resist�ncia interna, diminuir a capacit�ncia disdribuida, e aumentar a transfer�ncia magn�tica, mormente nas baixas freq��ncias; isto sem contar com a eleg�ncia de apresenta��o, t�o necess�ria em produtos de t�o alto pre�o.

Um outro detalhe � que um transformador de inais t�o d�beis, deve estar blindado aos campos magn�ticos parasitas externos, por isto est� sempre encapsulado em caixas de mu-metal.

Abaixo constru��o de um modelo comercial t�pico de transformador Step-up MM-MC (Audio Note)

 



 

Estes transformadosre s�o especificamente produzidos para a imensa maioria de c�psulas existentes, antigas ou novas. Nos velhos tempos do meu desespero em achar uma unidade para o meu pobre e desprezado Ortofon, descobri que a antiga Willkason produzia esta unidade sob encomenda, Hoje simplesmente n�o h� quem os fa�a. Por esta mesma raz�o decidi que era hora de nos libertarmos desta situa��o constrangedora.


Acima esquema de liga��o dos transformadores de entrada.

 

 

 

A c�sula MC fornece um sinal MUITO mais baixo que a c�psula MM.
O ganho necess�rio num pr�-amplificador convencional � da ordem de (~40dB) para equalizer uma c�psula MM. Contudo teremos necessidade de um pr� amplificador capaz de um ganho da ordem de (60~76dB) para uma boa reprodu��o da maioriade c�psulas do tipo MC. Nossa op��es ser�o ent�o: (i) Adicionar um transformador "step-up" na entrada do pr�-amplificador existente acoplando-o

Na entrada MM. (ii) Usar v�lvulas e/ou FETs para construer um amplificador hibrido. (iii) Construir um acoplador universal MM/MC.

 


 

Construindo

O Transformador para c�psulas de Bobina M�vel

 

O importante � o casamento correto

 Introdu��o

Este trabalho � fruto de um ac�mulo de experi�ncias e constata��es ao longo de meus praticamente 50 anos de contacto direto com as v�lvulas. Vivendo problemas e achando solu��es para o que aparecia. O fato de ter apoveitado este capitulo do Marantz se prende a v�rios motivos. Inicialmente foi o primeiro equipamento Hi-End que tive oportunidade de ver funcionar e maniplar, por outro lado, sua peculiar constru��o tem tudo a ver com a heran�a tecnol�gica ingl�sa considerada na �poca o top do desenvolvimento tecnol�gico em �Quality Sound� tudo isto traduzido em montagem padr�o Norte Americana, a meu ver, sempre a melhor a mais bruta e tamb�m a mais acess�vel, Hoje considero o equipamento da Marantz nos aparelhos Mod1 Mod2 e Mod5 um verdadeiro �Equipamento Escola�. Em particular isto foi reconhecido por outros conhecedores a ponto que o modelo 7 lancadoe em 1959 possui varias vers�es em kits produzidas Hoje em 2010! O mesmo acontece com o magn�fico tuner de FM mod 10B que volta a ser fabricado agora, 2010, 40 anos depois de lan�ado pela Marantz agora montado pela Magnum Dynalab MD-108 da California.

 


 

 Parte 1

 

Voltando ao projeto MC/MM vamos lembrar o seguinte:

 

Ao ligar o MM a entrada do amplificador tudo funcionar� a contento

Para ligar o MC � entrada do aplificador ser� sempre necess�rio um ganho extra.

 

Podemos dizer que na MC:

             A sa�da � medida em milivolts

             A imped�ncia interna, medida em ohms

             A imped�ncia de carga amb�m � medida em ohms

 

Temos que nos concentrar em padr�es.  C�psulas MC produzem sinais inferiores a 1 mV.

C�psulas MM fornecem sinais que variam de 2.5 a 7 mV.

 

Outro detalhe � analisar o universo dos transformadores de casamento (step-up) que foram fabricados ou oferecidos no mercado.

 

 

TABELA 1: Imped�ncia de carga e ganho em db nos transformadores comerciais step-up.

(Imped�ncia de entrada em �phono� : 47000 ohms).

 

 

Fabricante

Modelo

Ganho in db

x fator

Imped�nica natural

Imped�ncia Recomendada

Ortofon

T5

X26

20,0

118,1

3-40 ohms

 

T10

W32

39,8

29,7

2-4 ohms

 

T10 MK2

28

25,1

74,5

2-6 ohms

 

T20

W32

39,8

29,7

2-4 ohms

 

T20MKII

28

25,1

74,5

2-6 ohms

 

T30

20

10,0

470,0

24-48 ohms*

 

 

29

28,2

59,2

6-12 ohms*

 

 

W32

39,8

29,7

5

 

SPU-T100

X26

20,0

118,1

1-6 ohms

 

T1000

26

20,0

118,1

2-6 ohms

 

T2000

35

56,2

14,9

3

 

T3000

30

31,6

47,0

2-10 ohms

Fidelity Research

FRT-4

31

35,5

37,3

3

 

 

X26

20,0

118,1

10

 

 

25

17,8

148,6

30

 

 

20

10,0

470,0

100

 

FR XF-1

30

31,6

47,0

4-18 ohms

 

FRT-3

X26

20,0

118,1

30

 

 

31

35,5

37,3

10

 

XG5

34

50,1

18,7

< 3 ohms

 

 

26

20,0

118,1

3-18 ohms

 

 

22

12,6

296,5

18-40

 

X1-M

30

31,6

47,0

4-18 ohms

 

X1-H

25

17,8

148,6

19-40 ohms

 

X1-L

36

63,1

11,8

3

Denon

AU 320

31,1

36

36

3

 

 

20,0

10

470

40

 

AU 340

30,4

33

43

3

 

 

20,0

10

470

40

 

AU310

20,0

10

470

40

 

AUS1

22,3

13

278

3-40 ohms

 

AU300LC

20,0

10

470

40

Audio Technica

AT700T

34

50,1

18,7

3

 

 

X26

20,0

118,1

20

 

 

23

14,1

235,6

40

EAR

MC4

29,5

30

52,2

3

 

 

27,6

24

81,6

6

 

 

25,1

18

145,1

12

 

 

20,0

10

470,0

40

 

MC3

29,5

30

52

4

 

 

X26,0

20

118

12

 

 

20,0

10

470

40

Supex

SDT 3300

28,5

26,6

66,4

2-10 ohms

Bryston

TF1

22,5

13,3

264,3

5-35 ohms

 

 

16,5

6,7

1052,2

40-250 ohms

Rothwell

rothwell

22,0

12,6

296,5

100

Nakamichi

MCB100

X26,0

20

117,5

2-20 ohms

Sony

HA-T110

X26

20

117,5

3 - 40 ohms

 

A tabela acima foi cuidadosamente levantada pela engenharia da AudiNote

Nela o menor fator de amplifica��o corresponde a 6.7 e o maior em 63.1.

Por outro lado vamos considerar que a entrada MM Phono de um amplificador

Regula como vimos de acordo com as c�psulas MM comerciais 2.5 a 7.0mV,

Ou seja um fator de 2.8 o que poderemos arredondar para �3� .

 

 

Sob outro ponto de vista vamos ter que considerar 3dB insignificantes uma vez que 2dB s�o praticamente insens�veis ao ouvido e 4dB apenas suavemente sensibilizados. Ao analizar o �step-up� veremos que de 26 dB para 30 dB termos respectivamente 20X de amplifica��o e 31.6 de aumento de voltagem o que corresponde a 150% de aumento, nada que n�o possa ser ajustado no potenci�metro de volume. Conforme vimos, otransformador step-up nada mais faz que aumentar a sa�da da c�psula MC para que esta possa ser usada na entrada MM sem perdas sens�veis ao ouvido. Ao mesmo tempo adapta a imped�ncia do sinal produzido pela c�sula MC para que possa ser �lida� na entrada MM do amplificador.

Nestas condi��es para o perfeito sucesso do acoplamento ou casamento, � necess�rio conhecer os dados da c�psula MC a ser usada e a entrada do amplificador.

 

Veja que existem duas possibilidades de alcan�armos nossa meta:

 

Atrav�s de elementos ativos : pela convers�o ou adi��o de um amplificador de cabe�a magn�tica

Atrav�s de elementos passivos : O transformador step-up�

 

Os projetinhos de Johannes LeBong e o pr�-amplificador para est�dio da RCA que apresentamos anteriormente s�o exemplos de elementos ativos. O transformador �step-up� � um elemento passivo, n�o precisa de fonte de alimenta��o.

 

 

Sabendo-se a tens�o de sa�da da c�psula MC (dados do manual de especifica��es) que temos em m�os e o n�vel de entrada pra o qual foi projetado a entrada MM do amplificador em quest�o (dados de especifica��es t�cnicas do amplificador), teremos imediatamente a ordem de grandeza da multiplica��o necess�ria.

Sabendo-se a imped�ncia interna da c�psula MC  teremos a base de constru��o (ou forma de liga��o) do transformador necess�rio.

 

impedance is indicated (100 ohms, for instance), on passive devices you don�t have a load impedance but an internal impedance; rather than a manufacturer giving a load impedance figure you will get a statement such as: �this step-up is designed for use with cartridges with an internal impedance of 40 ohms".

 

Devido a imped�ncia interna, certas c�psulas jamais poder�o ser acopladas com transformadores �step-up�. Estas est�o fora o estudo em quest�o. � o caso da DENON AU320, que possui duas possibilidades de liga��o: 3 ohms e 40 ohms. Estes tipos  s�o especialmente projetados para para utiliza��o com amplificadores ativos com FETs ou v�lvulas.

 

O que ser� importante como ensinamento nesta parte � que em primeiro lugar deveremos saber  qual ser� o fator necess�rio para atingir a excita��o do amplificador a partir da c�psula que temos em m�os.

 

Em nosso caso, a c�psula Ortofon tem uma sa�da de O.5mV com 2 Ohms de imped�ncia interna.

Conforme expusemos no segmento anterior,

 


Ortofon Type A

Pick Up Head

 

Specifications

Weight: 30g

Impedance: 2 ohm

Equivalent mass: 4mg (at needle point)

Directional force: 30mg (at needle point)

Needle pressure: 7 to 15g (78rpm), 7g (LP records)

Output: 0.5mV

 

 

Por outro lado::

Audio Consolette

Specifications

 

 

 

 


 

Pickering EP-DJ

Pick Up Head

 Pickering 6.5mV

 

 Clakstan= 60mV

 

Empire = 8mV

 

GE=12mV

 

Grado =4 mV

Shure

Shure = 5mV

Portanto temos Uma Ortofon com sa�da de 0.5mV, por outro lado Uma Pickering (especificada no Marantz) com uma sa�da de 6.5mV, Uma Clakstan com 60mV (uma sa�damuito alta), Uma Empire com 8mV Uma GE com 12 mV, Uma Grado com 4mV, e uma Shure com 5mV. Note que de 4mv � 12 mV (ente as mais baixas temos uma varia��o de 3x entre o valor da voltagem da menor para a maior. Isto corresponde apenas a 4 dB de varia��o do n�vel sonoro, ligeiramente percept�vel portanto. A Clarkstan entra em outra categoria pois da mais de 10 db de diferen�a para a menor (Grado). Portanto, tirando-se a m�dia entre 4 e 12, (O 24mV  da GE corresponde para discos de 78 reta�oes), teremos 8mV.    Isto corresponde  a uma multiplica��o necess�riade 16 X  da voltagem fornecida para um funcionamento a contento.  Vamos usar a configura��o 2 ou 3 de nosso projeto como veremos a seguir. Porque n�o a 2 ou a 3 ? Vamos experimentar para qver qual a fica melhor. Esta ci�ncia, n�o � exatamente EXATA.

 

Agora um exemplo de um c�lculo simples:

 

Se V. tem um step-up com ganho 1:10, a sua c�psula ter� a sa�da multiplicada por 10. Se sua c�psula fornecer 0.3 mV, V. ter� com a aplica��o do, 3 mV, O que vai funcionar na sua entrada MM. Observe por�m que se a entrada do MM for de 47 Kohms. O sinal dever� estar de acordo com estes 47 Kohms. Lembre-se que a rela��o entre o numero de espiras �prim�rio/secund�rio dos step-up correspondem diretamente ao fator de amplifica��o do sinal, mas as imped�ncias variam em rela��o ao quadrado desta mesma rela��o.- observe nosso Quadro 1 na parte 2 deste segmento, assim passaremos a ter uma imped�ncia refletida uma vez que o transformador n�o possui qualquer imped�ncia, apenas reflete as imped�ncias das parte ativas que nele s�o conectadas.

 

Desta forma um step-up com uma amplifica��o de 10 ter� uma imped�ncia natural de 470 ohms (neste caso em que a imped�ncia de entrada MM de seu amplificador que � de 47 kohms: 470=47000/10�). Em nosso exemplo com a DENON AU320: vamos usa-la na conex�o 40 ohms, pois a rela��o de de amplifica��o � 1:10, deveremos usar uma carga de 470 ohms.

 

Calculando ao contr�rio, Se sua imped�ncia de carga 40 ohms, voc� ter� uma amplifica��o igual a (47000/40)^0.5 = 34.3. Com a c�psula com uma sa�da de 0.3 mV, voc� obter� 0.3X34.3 = 10.28 mV na sua entrada MM. Sobrecarregando o amplificador.

 

Fazendo o mesmo c�lculo para a posicao 3 ohms da mesma c�psula, com a mesma imped�ncia de carga voc� ter� (47000/3)^0.5=125.16. Novamente com 0.3 mV de sa�da voc� vai enviar 37.5 mV na entrada MM: sobrecarregando mais ainda! A� V. viu que ans entradas MM s�o apenas especificadas em dB pois elas aceitam elementos que fornecem apenas tens�es de 2.5 a 10 mV, sendo saturadas com valores muito mais altos.

 

Mais tarde v. ver� que poderemos adotar �sintonia a resistores� nos casos de satura��o. Isto estr� pictog�ficamente descrito na Parte 3 deste segmento.

 

 

Audio Technica

Audio Technica AT700T

 


 

Parte 2

 

Compreendendo as Imped�ncias:

Qual a vantagem real de uma c�psula MC se as c�psulas MM d�o uma reposta �tima na regi�o aud�vel at� os 20.000 Hz?

- As c�psulas MC possuem uma resposta excepcional, indo ao ultrasom o que n�o pode ser comparado com as MM existentes. Sua baixa indut�ncia e baixa capacit�ncia favorecem a resposta espectral e ainda assim s�o mais r�pidas e possuem maior sutileza de resposta com baixas press�es.

Nesta segunda parte V. vai saver que: UM TRANSFORMADOR N�O POSSUI IMPEDANCIAS PROPRIAS apenas reflete imped�ncias de elementos ativos O transformador n�o � elemento ativo. Todavia quando conectado passa a se comportar de maneira peculiarmente padronizada , assim a arelacao de espiras segue uma lei de imped�ncias , e esta est� demonstrada no quadro a seguir.

 

Quadro 1

Onde:

N2(1) : n�mero de voltas no secund�rio (prim�rio)
V2(1) : voltagem do sinal na sa�da do �step-up� (entrada)
x : rela��o de amplifica��o

E

Z2/Z1 = N2�/N1� = x�

Onde:

Z2(1): imped�ncia do second�rio (prim�rio)

 

Portanto o transformador se a dequa a determinadas situa��es de circuito de forma a causar determinadas imped�ncias refletidas.

A tabela abaixo mostra que para se obter um ganho em XdB o fator multiplicativo deve ser Y e as tens�es de sa�da devem oscilar entre Min e Max. Nada mais simples.

Ou seja: Qual o valor do step-up que devo usar para que uma dada c�psula MC possa ser usada num entrada padronizada de  MM.

 

Tabela 2: ganho no step-up � m�nimas e m�ximas sa�das numa c�psula MC

Ganho em dB

X  fator

Min sa�dat (mV)

Max sa�da (mV)

14

5

0,50

2,00

15

6

0,44

1,78

16

6

0,40

1,58

17

7

0,35

1,41

18

8

0,31

1,26

19

9

0,28

1,12

20

10

0,25

1,00

21

11

0,22

0,89

22

13

0,20

0,79

23

14

0,18

0,71

24

16

0,16

0,63

25

18

0,14

0,56

26

20

0,13

0,50

27

22

0,11

0,45

28

25

0,10

0,40

29

28

0,09

0,35

30

32

0,08

0,32

31

35

0,07

0,28

32

40

0,06

0,25

33

45

0,06

0,22

34

50

0,05

0,20

35

56

0,04

0,18

36

63

0,04

0,16

37

71

0,04

0,14

TABELA 2a: Imped�ncias de carga e m�ximo ganho em db nos transformadores comerciais step-up.

(Imped�ncia de entrada em �phono� : 47000 ohms).

 

Imp de carga

Ganho min x fator

Ganho max (db)

10

69

36,7

15

56

35,0

20

48

33,7

25

43

32,7

30

40

31,9

35

37

31,3

40

34

30,7

45

32

30,2

50

31

29,7

60

28

28,9

70

26

28,3

80

24

27,7

90

23

27,2

100

22

26,7

120

20

25,9

140

18

25,3

160

17

24,7

180

16

24,2

200

15

23,7

225

14

23,2

250

14

22,7

 

Imp de carga

Ganho min x fator

Ganho max (db)

275

13

22,3

300

13

21,9

325

12

21,6

350

12

21,3

375

11

21,0

400

11

20,7

425

11

20,4

450

10

20,2

475

10

20,0

500

10

19,7

550

9

19,3

600

9

18,9

650

9

18,6

700

8

18,3

750

8

18,0

800

8

17,7

850

7

17,4

900

7

17,2

950

7

16,9

1000

7

16,7

 

 

 

 

 

 


 

Parte 3

 

Conclusoes te�ricas:

Como realmente precisamos proceder para termos um bom casamento c�psula transformador entrada do amplificador?

Quadro2

1.   Saber a imped�ncia de carga correta.

2.   Cas�-la corretamente com a sa�da se sua c�psula.

3.   Usar o menor valor possivel para a �sintonia� de sua c�psula.

 

 Para obter:

 

4.   A melhor imped�ncia de carga que lhe dar� a resposta mais ampla.

5.   O ganho adequado para seu equipamento.

Use sempre cabos curtos de de baixa indut�ncia

Quadro3

Circuito de liga��o e caracter�sticas inerentes ao sistema MC /MM

Devido a peculiaridades nas imped�ncias de algumas c�psulas pode haver casos de sobrecarga. O resistor de carga ou sintonia vir� a nosso aux�lio. Se seu valor for alto poder� ocorrer picos de alta tens�o e resson�ncia em altas freq��ncias . Neste caso � preferivel errar para valores inferiores ao �timo pois s� haver�  alguma perda de sinal nas altas freq��ncias proximas ao inaud�vel.

 

Quadro4

Recursos de casamento nas sobrecargas MC /MM

 

Para mais detalhes veja:  http://www.hagtech.com/loading.html

Outros detalhes na Proposta Construtiva, a seguir.

 

XXXX

 


 

Tabela Willkason

Transformadores para pequenos sinais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Audio Note

Dimens�es do Transformador

 

As imagens expostas na introdu��o deste segmento correspondem ao transformador �step-up� da Audio Note. Abaixo suas dimens�es.

 

 

Lundall

Amorphous Cobalt Core Moving Coil Input Transformer

LL1931

 

 

LL1931 is a high performance moving coil step-up transformer. The transformer combines our unique uncut

amorphous cobalt core and our dual coil structure with Cardas high purity copper wire in an oversized design. The

objective is to provide the best possible MC transformer, cost-no-object. The dual-coil structure greatly improves

immunity to external magnetic fields from power supplies, motors etc.. The transformer is housed in a mu-metal can.

 

Turns ratio: 1 + 1 : 8 + 8

Pin layout (viewed from component side) and winding schematics:

Dimensions (L x W x H above PCB, in mm) 43 x 28 x 22

Spacing between pins 5.08 mm (0.2")

Spacing between rows of pins 30.5 mm (1.2")

Rec. PCB hole diameter: 1.5 mm

Weight: 80 g

Static resistance of each primary: 1.8 Ω

Static resistance of each secondary: 105 Ω

Frequency response (serial connection, source 50 Ω,

no load / secondaries open):

10 Hz -- 100 kHz +/- 1.0 dB

Isolation between windings/ between windings and core: 3 kV / 1.5 kV

Connection alternatives:

R090627

Serial-serial connection 1 : 8

 

 

XXXX

 


 

 

Finalmente nossa proposta:

 

Portanto nossa briga ser�:

 

*Combater as perdas naturais no processo de transforma��o.

*Aproveitar as vantagens naturais da alta imped�ncia de entrada dos amplificadores valvulados que n�o carregam os secundariso dos transformadores.

*Aproveitar as vantagens oferecidas pelas baixas correntes e baixas pot�ncias que jamais carregam os transformadores.

*Incorporar a experi�ncia dos fabricantes e aplica-las em nosso projeto.

*Adotar uma concilia��o entre a teoria e pr�tica, desprezando apar�ncia final do produto acabado.

*Conciliar a maior qualidade poss�vel com recursos escassos de ordem a obter um produto de baixo pre�o final.

*Universalizar o produto de forma padr�o.

 

 

 

Estudando os produtos comerciais e em particular confrontando com sua alegadas propriedades, decidimos tentar obt�-las com meios acess�veis. Sem entrar em considera��es matem�ticas, mas exclusivamente baseado na sensibilidade construtora, onde envolvemos zero de preconceito e hip�teses, mas apenas em fatos concretamente comprovados, estabelecemos regras para obten��o de um produto final de elevada qualidade com materiais acess�veis.

 

*O primeiro ponto foi determinar tipo e dimens�es do transformador a ser usado. Como?

-Comparando com o que existe comercialmente.

*A impossibilidade de obter materiais de alto n�vel como os fabricantes comerciais, nos levou autilizar materiais dispon�veis e for�ando o projeto a um natural super dimensionamento.

-O super dimensionamento � bom e � ruim. Bom no sentido de melhorar a transfer�ncia de sinais, ruim porque aumenta a bastante resist�ncia e parcimoniosamente a imped�ncia interna dos mesmos.

-A resist�ncia interna no prim�rio, pode ser parcialmente driblada atrav�s das formas de liga��es. No secund�rio n�o � t�o afetada, mormente porque o resistor de carga escolhido poder� ser alterado compensando perfeitamente a falha no projeto.

*No super dimensionamento optamos pela carga dividida em dois transformadores (podendo at� serem tr�s) e isto facilita as liga��es e a universalidade do projeto.

-Note-se que aqui estamos dando dados para um s� canal. Nas liga��es etereof�nicas, vamos precisar de dois conjuntos.

 

*O segundo ponto importante foi determinar a melhor rela��o de transforma��o, isto � aquela bem antes que se iniciasse uma perda pronunciada de transforma��o devido ao acoplamento e �s cargas capacitivas paras�ticas. Optamos tamb�m pela carga dividida interna, um excelente recurso utilizado pela Lundall como vimos.

 

Tudo isto posto, e ap�s um estudo te�rico chegamos ao produto final.

 

 

+

Conex�es de cada transformador com identifica��o dos pontos.

Adotamos a configura��o da Lundall.

 

+

Enrolamentos dados principais

Prim�rios = 2x50voltas fio 22 +  Secund�rios = 2x 300voltas fio 30

+

Dimens�es da armadura adotada nos transformadores:

40x48mm... empilhamento = 16mm

 

+

Montagem constru��o e liga��es internas b�sicas.

 

+

Liga��es poss�veis do conjunto e rela��es de transforma��o.

 

 

+

Outras liga��es poss�veis do conjunto e rela��es de transforma��o.

 

+

Novas rela��es de transforma��o.

 

Desta forma chegamos � universalidade do sistema.

Ao existirem duas rela��es (ou at� tr�s) id�nticas, p.e.

1:6, dar� melhor resultado a de maior resist�ncia (no caso a n�12)

 

+

Imped�ncias poss�veis:

 

 

+

Montagem:

 


 

Etapa 1

Preparar os dois transformadores de acordo com a descri��o iconogr�fica e arranjar uma latinha de a�o do tipo usdo em conservas aliment�cias (ervilhas,  massa de tomate, doce de leite ,etc). Com a latinha bem limpa, inserir os transformadores com a fia��o identificada na mesma. Cada dois transformadores ir�o operar apenas um canal. 

 

 


 

Etapa 2

Encher com resina tipo epoxi com carga de areia seca e limpa do tipo usada em constru��o civil.

Uma outra alternativa totalmente v�lida � agir � moda antiga, utilizando pixe (ou asfalto)  aquecido com areia.

 


 

Etapa 3

Nesta etapa faremos ao mesmo tempo a unidade estereof�nica e daremos um refor�o na blindagem. N�o nos esque�amos que as duas latinhas devem ser eletricamente ligadas entre si e cada uma delas j� estar aterrada com a carcassa dos transformadores nelas contidos. Vamos agora inseri-las numa nova lata de a�o desta vez das do tipo utilizado em azeite ou �leo comest�vel. A op��o das blindagens adotadas tem praticamente custo zero e � bastante eficiente.

 


 

Etapa 4

Neste est�gio repetimos a etapa 2, agora com os dois conjuntos cil�ndricos em seu interior.

Temos pronta a unidade esteref�nica.

 


 

Etapa 5

Este est�gio final dar� uma apar�ncia agrad�vel ao conjunto. Poderemos usar um chassi de alum�nio, ou arranjar uma forma de bolo ou p�o de forma compr�vel em lojas especializadas em artigos de bar e restaurantes. (vide http://www.novacon.com.br/audiochassis.htm ) . Instalamos quatro conectores do tipo RCA e temos uma unicade passiva do tipo �step-up� universal capaz de competir com qualquer unidade comercial que venha a custar m�ltiplos de seu pre�o empregado.

 

 

XXXX

 

 

 

Recomenda��es importantes:

 

Ler e compreender estas anota��es Importam como detalhes primordiais no combate ao �hum� em qualquer das instal��es  em que nossos adaptadores vierem a ser utilizados.

 

1  As c�psulas devem ser preferencialmente aterradas atrav�s do ponto intermedi�rio do enrolamento prim�rio (center tap). Em caso de impossibilidade, devido ao arranjo das liga��es, dever� ent�o ser usado um dos pontos comuns do secund�rio. Veja os diagramas abaixo.  

2  A blindagem da c�psula deve tamb�m ser aterrada diretament junto com o bra�o fonocaptor. Na montagem n�o se esque�a nunca de aterrar a ferragem dos transformadores e a caixa de blindagem do mesmo, lembrando que a fia��o c�psula transformador deve ser a mais curta poss�vel para evitar perdas e predisposi��o a capta��o de ru�dos.

3  Ao usar cabo coaxial na sa�da das c�psulas mantenha a liga��o como explidada no primeiro item. 

 

+

Liga��es ao terra:

 

 

 

 

Nota1: N�o est�o representadas as liga��es das carcassas ao terra.

Nota2: As liga��es n�o balanceadas devem ser realizadas com

fia��o tipo est�reo.  (tipo dois fios e uma blindagem)

 

+

 Demonstra��o gr�fica das conex�es.

 


  

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